O contém uma eprom?

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O contém uma eprom?

Mensagempor admin » 18/set/2017, 10:18

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O contém uma eprom?
Substancialmente uma eprom contém um arquivo com qual dimensão esta relacionada ao tipo de eprom instalada. No interior do arquivo encontrarão uma infinidade de dados escritos em forma hexadecimal que compreendem o software que está na central eletrônica e os famosos mapeamentos.
Mas, que coisas são realmente os mapeamentos?
São um conjunto de dados que, para praticidade, transformaremos em tabelas.
A função do mapeamento é a de restituir ao software de trabalho um valor dado das respostas dos sensores aplicados no motor. Em suma a tabela é composta, como vemos no exemplo acima, de uma escala horizontal, uma escala vertical e, no interior, uma série de números. Sobre as escalas vem representados os valores restituídos dos sensores aplicados sobre o motor, isto é regime e carga dado da abertura da borboleta ou pressão do coletor de admissão (motores equipados com a sensor de pressão MAP), ao passo que os números no interior são valores de tempo de injeção ou graus de “Ponto de ignição ” os quais serão utilizados para desenvolver os cálculos na base de valor de outros sensores (temperatura, lambda, ecc…) e qual resultado virá transmitido aos atuadores para injetar a exata quantidade de gasolina e disparar no momento certo a faísca de ligação.
Portanto os motores são mapeados com dois sistemas diversos:
Pressão / Rotação (vem considerados os parâmetros adquiridos do sensor de pressão do coletor de admissão e da rotação);
Borboleta/ Rotação (vem considerados os valores transmitidos do “debimetro”, do interruptor ou do potenciômetro montado sobre a válvula da borboleta e rotação).
Em cada caso esta diferença nos pode interessar somente como noção geral, de fato o modo de modificar um mapeamento não muda.
Muda ao invés, o número do mapeamento presente. O sistema pressão/Rotação tem somente dois mapeamentos, um para o “Ponto” e uma para a injeção, ao passo que o sistema Borboleta/Rotação tem ao menos três mapeamentos para a injeção e três para a ignição; de fato o interruptor montado sobre a borboleta, restitui a posição da borboleta em três momentos diversos: mínimo, parcial e plena carga. Em função da posição da borboleta a central ativa um mapa e o “debimetro” restitui o carregamento.
Outro mapeamento de base, é aquele de ignição e injeção, podemos encontrar outros mapeamentos de contorno. Estes mapeamentos são complementos à aqueles de base e contribuem a calcular o valor final na base a temperatura.
Na última série do mapeamento muito importante é aquela que supre a sobrealimentação. Estes mapas estão presentes sobre todos os motores turbo, com exclusão dos primeiros modelos onde a pressão era ainda feita manualmente.


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Imaginemos, pois, de traçar duas linhas retas (horizontal e vertical) seus valores restituídos dos sensores, o valor que encontramos nos pontos de encontro de duas linhas é o valor que o software utilizará para executar os cálculos necessários a desenvolver um resultado de transmitir aos atuadores. Isto vale para TODOS os mapeamentos.
Neste caso a 1000 giros/min. e a 20% de carregamento, a central utiliza o número 166 para desenvolver os cálculos necessários.

Os mapeamentos ativos mudam também nas funções de temperatura, devemos portanto considerar que o mapeamento que ativa um motor frio não são os mesmos utilizados num motor quente, portanto devemos fazer todas os nossos testes com o motor na correta temperatura de funcionamento.


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